A intervenção, promovida pela Empresa Nacional de Diamantes de Angola (ENDIAMA), permitiu acrescentar 12 novas salas de aula e melhorar as condições de ensino e aprendizagem. O projecto incluiu o fornecimento de mobiliário escolar, a criação de espaços de apoio pedagógico e a requalificação das áreas administrativas, entre as quais a secretaria, os gabinetes de coordenação e a sala dos professores.
As obras abrangeram igualmente a renovação das instalações sanitárias, dos sistemas de abastecimento de água e de distribuição de electricidade, bem como a melhoria dos acessos e dos espaços exteriores de recreio, com vista a reforçar a segurança e a inclusão dos estudantes.
A cerimónia de reabertura foi presidida pelo ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, Diamantino Azevedo, acompanhado pelo governador provincial de Luanda, Luís Nunes, e pelo presidente do Conselho de Administração da ENDIAMA, Ganga Júnior, além de representantes dos sectores dos Recursos Minerais e da Educação.
Na ocasião, o responsável máximo da ENDIAMA destacou a importância do investimento na educação para o desenvolvimento das comunidades, defendendo que o legado das infra-estruturas deve traduzir-se também em oportunidades para as populações e na valorização do talento local.
A empresa prevê realizar iniciativas semelhantes noutras regiões do país, com destaque para a província da Lunda Norte, onde investiu mais de 69 milhões de dólares norte-americanos na construção do novo campus da Universidade Lueji A’Nkonde (ULAN), na cidade do Dundo.
As intervenções enquadram-se na estratégia de responsabilidade social da ENDIAMA, orientada para a promoção de projectos estruturantes e para a melhoria das condições de vida das populações.



































