Segundo o administrador municipal, Afonso Manuel, a situação exige obras estruturantes para evitar danos nas infra-estruturas públicas e privadas e garantir a circulação de pessoas e viaturas, principalmente nas zonas próximas da missão católica e do hospital municipal.
O responsável explicou que a ravina situada junto à missão católica já beneficiou de intervenções do Governo, mas os trabalhos realizados não foram suficientes para resolver o problema, que continua a avançar.
A administração municipal tem igualmente adoptado medidas preventivas para impedir que construções sem sistemas adequados de drenagem das águas pluviais agravem a erosão e coloquem em risco instalações dos serviços administrativos.
Outra preocupação das autoridades é o avanço da ravina na via alternativa de acesso ao hospital municipal, cuja degradação ameaça dificultar a circulação rodoviária e o acesso à unidade sanitária.
Para minimizar os efeitos do problema, o município recebeu cerca de três camiões basculantes de brita, destinados à implementação de medidas provisórias. No entanto, Afonso Manuel considera necessária uma intervenção do Governo central para assegurar uma solução definitiva, capaz de travar o avanço das ravinas, proteger as infra-estruturas e garantir condições seguras de circulação no município.



































