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PONTO CULTURA Publicado em 30/04/2026 às 10:28 21 visualizações

ANGOLA DANÇA: DO BATUQUE AO KUDURO, O CORPO CONTA A NOSSA HISTÓRIA

A 29 de Abril celebrou-se o Dia Mundial da Dança, Angola celebra mais do que uma arte universal: celebra uma linguagem viva que pulsa nos bairros, nas aldeias e nas cidades. Do batuque ancestral ao ritmo vibrante do kuduro, dançar é afirmar identidade, memória e alegria.

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ANGOLA DANÇA: DO BATUQUE AO KUDURO, O CORPO CONTA A NOSSA HISTÓRIA
Imagem: Superprof

Em Angola, a dança não é apenas espectáculo, é identidade, é memória, é resistência e é festa. No Dia Mundial da Dança, a celebração ganha um sabor bem mwangolê, onde o corpo fala em kimbundu, umbundu, kikongo e em tantas outras expressões culturais que atravessam gerações.

Para a senhora Joelma Domingos, a dança é harmonia, energia e felicidade. Já Adelaide Gomes, que aprendeu na rua, hoje não fica parada nas festas e faz da dança um convite à partilha.

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Jorge António resumiu: ‘‘quem não dança, não sabe o que perde, porque sente-se a verdadeira adrenalna na alma’’.

De Cabinda ao Cunene, o país move-se ao som do semba e do kuduro. Sem palco nem formalidades, basta ritmo e vontade. Em Angola, dançar é comunicar, é preservar raízes e reinventar o presente.

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Mais do que arte, a dança é vida em movimento.

 

 

Redacção
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