A análise foi feita durante uma reunião orientada pela Ministra das Pescas e Recursos Marinhos, que avaliou os principais constrangimentos financeiros, operacionais e de gestão que afectam a empresa.
Entre os aspectos abordados estiveram a racionalização de custos, as responsabilidades financeiras, os activos, a capacidade produtiva e a eficiência operacional da Pescangola.
No final do encontro, foi recomendada uma maior articulação entre o Ministério, a Pescangola, o IGAPE e os consultores envolvidos no processo, com vista à consolidação de um Programa de Estabilização Financeira e Operacional.
O programa deverá estabelecer medidas, prioridades e responsabilidades para apoiar o processo de recuperação e criar melhores condições para a sustentabilidade da empresa.



































