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ECONOMIA Publicado em 29/10/2026 às 15:49 32 visualizações

IMPORTAÇÕES GARANTIRAM 33,9% DO GÁS DE COZINHA DISPONÍVEL EM ANGOLA NO TERCEIRO TRIMESTRE

Angola recorreu à importação para assegurar cerca de um terço do abastecimento de gás de cozinha no terceiro trimestre de 2026, devido à paragem temporária da fábrica Angola LNG para manutenção programada.

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IMPORTAÇÕES GARANTIRAM 33,9% DO GÁS DE COZINHA DISPONÍVEL EM ANGOLA NO TERCEIRO TRIMESTRE
Imagem: CIAM - Notícia

Mais de 148 mil toneladas métricas de Gás de Petróleo Liquefeito (GPL) foram comercializadas no mercado nacional durante o terceiro trimestre de 2026, segundo dados divulgados, quarta-feira, pelo Instituto Regulador dos Derivados do Petróleo (IRDP).

De acordo com o director-geral adjunto do IRDP, António Feijó, o volume comercializado atingiu 148.947 toneladas métricas. No mesmo período, o total de gás disponibilizado para abastecimento do mercado nacional foi de 157.641 toneladas métricas.

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A importação representou 33,9% do volume aprovisionado, enquanto a fábrica Angola LNG assegurou 31,8% do abastecimento, seguida da produção do Sanha, com 26,4%, da Refinaria de Luanda, com 6,1%, e do Topping de Cabinda, com 1,8%.

António Feijó explicou que o recurso aos mercados externos serviu para compensar a paralisação temporária da fábrica Angola LNG, que esteve em manutenção programada entre 7 de Julho e 16 de Agosto deste ano.

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Apesar desta interrupção, o volume total de gás de cozinha disponível registou um crescimento de aproximadamente 11% em relação ao trimestre anterior, impulsionado pelo aumento da procura nos segmentos doméstico e comercial.

O IRDP assegura que os stocks existentes permitem manter a estabilidade do abastecimento até ao final do ano, estando em curso medidas para reduzir a dependência das importações, através do aumento da capacidade de refinação nacional.

 

Redacção
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