O responsável avançou a informação durante o Fórum Aduaneiro 2026, realizado no Pólo de Desenvolvimento Diamantífero de Saurimo, onde manifestou preocupação com o contrabando de combustíveis e os desafios que esta prática representa para as autoridades aduaneiras.
No encontro, Francisco Sivono explicou que os residentes das zonas fronteiriças, devidamente identificados pelas administrações municipais, podem transportar semanalmente quantidades limitadas de produtos derivados do petróleo: 20 litros de gasolina, cinco litros de petróleo iluminante, cinco litros de óleo lubrificante e 20 litros de gasóleo.
O director dos Serviços Nacionais Aduaneiros alertou ainda que o contrabando de mercadorias nas zonas fronteiriças está associado a factores que fragilizam o controlo das fronteiras, favorecem a criminalidade e representam riscos para a segurança nacional.



































