Em nota de imprensa, o Gabinete de Assessoria do pré-candidato afirma que a iniciativa não representa apenas uma questão individual, mas está relacionada com a transparência, igualdade de tratamento e respeito pelas regras estabelecidas para o processo de candidaturas.
A candidatura questiona, entre outros aspectos, a aplicação dos prazos e procedimentos previamente definidos pela Subcomissão de Candidaturas, bem como a ausência de oportunidade para corrigir eventuais irregularidades nas subscrições, conforme previsto no Regulamento Eleitoral.
Francisco Higino Lopes Carneiro diz respeitar a decisão do Tribunal Constitucional, mas considera que isso não impede o recurso a outros mecanismos legais e estatutários para esclarecer os procedimentos que estiveram na origem da exclusão da sua candidatura.
O pré-candidato reafirma, entretanto, o compromisso com a unidade do MPLA e defende uma maior transparência, igualdade e respeito pelas regras internas, sustentando que a existência de várias candidaturas deve ser encarada como expressão da democracia interna do partido.



































