De acordo com a publicação, o responsável máximo da petrolífera estatal angolana apresentou um pedido de visto para entrada nos Estados Unidos, mas a solicitação terá sido recusada pelas autoridades norte-americanas.
A informação surge num momento em que Gaspar Martins continua à frente da Sonangol, uma das principais empresas estratégicas do Estado angolano e uma das instituições de maior peso no sector petrolífero nacional.
Até ao momento, não foram divulgados publicamente, na informação consultada, os fundamentos que terão estado na origem da alegada decisão das autoridades norte-americanas. Também não há, nas fontes encontradas, uma declaração oficial da Sonangol, de Gaspar Martins ou da representação diplomática dos Estados Unidos em Luanda sobre o caso.
A eventual recusa de um visto, por si só, não permite concluir sobre as razões que estiveram na base da decisão, uma vez que os procedimentos de concessão de vistos dependem de critérios e informações avaliados pelas autoridades competentes.
O Club-K refere ainda que, Gaspar Martins fica, por enquanto, impossibilitado de efectuar a viagem aos Estados Unidos, embora não tenha indicado se existe a possibilidade de reapresentação do pedido ou de recurso da decisão.
A notícia deverá agora aguardar por eventuais esclarecimentos oficiais das partes envolvidas, sobretudo quanto à existência efectiva da recusa, aos motivos apresentados e às consequências que o processo poderá ter para a agenda internacional do presidente do Conselho de Administração da Sonangol.



































