Em nota de repúdio, o PRA-JA considera a situação “inadmissível” e questiona como um cidadão que procurou assistência médica para tratar uma enfermidade na perna terá acabado por perder um membro superior. A formação política exige que o Ministério da Saúde e a Direcção do Hospital Josina Machel esclareçam, de forma clara e cabal, o que aconteceu e quais procedimentos foram adoptados.
O partido defende uma investigação independente e transparente para determinar as circunstâncias do caso e apurar eventuais responsabilidades, desde os profissionais envolvidos no atendimento e na administração da injecção até aos responsáveis pela supervisão da unidade hospitalar. Caso sejam confirmadas irregularidades, o PRA-JA exige consequências legais e disciplinares.
Para o PRA-JA SERVIR ANGOLA, não basta lamentar o sucedido. A formação política manifesta solidariedade ao paciente e à família e defende que o caso deve resultar em respostas concretas, reparação dos danos e medidas que impeçam a repetição de situações semelhantes. “A saúde pública deve proteger a vida e a integridade dos cidadãos”, sublinha o partido.






























